África do Sul e seu mais saboroso licor, a Amarula Cream

Marula e Amarula - Elefantes

Para quem não sabe, o licor Amarula vem de uma fruta mística da África do Sul, chamada Marula). Sua colheita ocorre bem no auge do verão. O nome científico da árvore africana Maruleira é Sclerocarya Birrea. E o interessante no processo do seu cultivo é que, por não poder ser plantada por homens, os toques ancestrais entram em ação, com todo o respeito à natureza e à convivência do homem com outros animais. Ao amadurecer, a maruleira fica com cor amarelo-claro e emana uma fragrância intensa e tropical, atraindo diversas espécies de animais silvestres de todos os cantos do país. Entre esses animais, o principal consumidor da fruta é o elefante, que viajam milhas para saboreá-la; tanto que é conhecida como a árvore dos elefantes. E exatamente o excesso do calor é que faz a planta atingir um grau de fermentação natural que deixa os animais, principalmente os macacos, levemente embriagados

Marula e Amarula - A colheita da Marula – fruta da Maruleira que dá origem a licores – é uma atividade que mobiliza mais de 60 mil pessoas no nordeste da África do Sul A colheita da Marula – fruta da Maruleira que dá origem a licores – é uma atividade que mobiliza mais de 60 mil pessoas no nordeste da África do Sul

Marula e Amarula - amarelo-claro Marula madura

A marula é indicada também para uso terapêutico. Rica em vitamina C e misturada com amêndoas, que possui seu óleo natural, a fruta é bastante útil para o combate à malária e usada também na alimentação. Portanto, mesmo antes de ser usada para preparar o licor, que foi criado em 1989, os sul-africanos já a utilizavam para a cura. Além disso, ainda é reconhecida por eles como afrodisíaca. Os povos locais acreditam que essas árvores têm sexo e, por este motivo, eles usam a casca da marula como determinador do sexo de um feto. Esse ritual de descoberta do sexo do feto acontece da seguinte maneira: para que seja um menino, deve-se fazer a infusão à base do fruto da árvore-macho; e para vir uma menina, usa-se da árvore-fêmea. Caso o bebê que nascer venha no sexo oposto, essa criança é considerada muito especial porque foi capar de desafiar os espíritos.

Árvore maruleira  Maruleira

Fabricada pelo grupo sul-africano Distell, na amarula Lapa, em Phalaborwa, na província de Limpopo, a Amarula Cream surgiu em 1989. Desde então, a bebida conquistou o paladar das pessoas em todos os continentes; é vendia em mais de 150 países.  No Brasil, por exemplo, ela é líder no segmento de licores.

Marula e Amarula - Elefante e garrafa

FONTES:

Guia do Profissional de Hotelaria e Restaurantes

Revista Dinheiro Rural

Advertisements

Encantos do Quênia!

Localizado na África subsaariana, o Quênia é banhado pelo Oceano Índico. O país faz fronteiras com a Somália (a leste), Etiópia (ao norte), Sudão (a noroeste), Uganda (a oeste) e Tanzânia (a oeste e ao sul).

mapa-quenia

As belas praias, reservas naturais com os mais variados animais (gnus, hienas, zebras, leões, elefantes, hipopótamos), savanas, o monte do Quênia (com cerca de 5.199 metros de altitude) e o deserto Chalbi são os que compõe a beleza natural que o país tem.

O arquipélago de Lamu - constituído pelas ilhas de Manda, Pate e Lamu - é uma das jóias do Quênia. O arquipélago de Lamu – constituído pelas ilhas de Manda, Pate e Lamu – é uma das jóias do Quênia

Gnus Gnu azul, nome científico Connochaetes taurinus

Hiena  Hiena, nome científico Crocuta Crocuta

Zebra Zebras são flagradas em combate na reserva de Masai Mara, no Quênia. (Foto: Steve Bloom/Barcroft Media/Getty Images)

Leão  Leão é visto na savana ao entardecer, antes de ser atingido com um dardo tranquilizante. Uma equipe do Serviço de Vida Selvagem do Quênia (KWS) no Parque Nacional de Nairobi, no Quênia, colocou um colar de rastreamento GPS no animal Ben Curtis/AP

Elefantes Elefantes na Savana

hipopotamos Hipopótamos na Savana

Entardecer em uma savana do Quênia, na África. Entardecer em uma savana do Quênia, na África

Deserto de Chalbi Deserto de Chalbi

Muitos brasileiros ignoram o quanto essas características atraem turistas do mundo inteiro, pois pensam que África se resume em miséria, fome (o que temos em qualquer lugar do mundo, inclusive no Brasil, não só em África). O Quênia tem como principal economia a agricultura; ela é responsável por empregar mais de 70% dos quenianos. Os produtos que eles mais cultivam são milho, trigo, soja, mandioca, cebola, algodão, laranja, banana, batata e, principalmente, chá e café, os principais para exportação. Sua capital é Nairóbi, o sistema de governo é república presidencialista. Lá são falados quatro idiomas: luo, quicuio, inglês e suaíli (oficial) e a moeda é o Xelim Queniano.

Nairóbi Capital do Quênia, Nairóbi

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

Moeda Xelim Moeda Xelim queniano

Este foi um post introdutório para que pudéssemos saber um pouquinho sobre este país lindo e pouco falado por nós. Em futuros posts, vou tentar trazer mais informações sobre os costumes. Se alguém tiver fontes, podem mandar para meu e-mail pessoal ou do Coração Africano.

Gláucia Quênia (pessoal) – glauciaquenia@gmail.com

Coração Africano – coracaoafricano2532014@gmail.com

Até brave!

FONTE:

Brasil Escola

Música cabo-verdiana com Ferro Gaita

banner_10

Entre minhas passadas por notícias sobre África, encontrei esta banda cabo-verdiana que me agradou bastante os ouvidos com suas músicas: a Ferro Gaita.

A combinação de dois instrumentos foi o que deu nome à banda: o ferro (pedaço de metal tocado com uma faca) e a gaita (tipo de acordeão). Esses instrumentos são tradicionais no gênero musical cabo-verdiano que a Ferro Gaita toca. O ritmo é o funaná, que nasceu com a chegada do acordeão ao país. Foi o camponês de Santiago quem o trouxe para Cabo Verde, cantando a sua alma e vivência típica, retratando nas canções muita pobreza, revolta e contestações escondidas. Tanto é que em alguns lugares, na época colonial, esse tipo de música foi terminantemente proibido de tocar.

A banda nasceu em 1996, formada pelo Iduino e mais dois jovens músicos. Através da gaita, do ferro, da bateria e do violão baixo, esses artistas deram novos caminhos, uma nova roupagem ao ritmo funaná. No início, eles marcaram presença em bares e shows de rua e logo as pessoas começaram a perceber o talento deles por conta do som quente e diferente que apresentavam. A partir daí, foram convidados para participar de um dos maiores festivais de Cabo Verde, o Festival da Bambôa, na praia da Ilha de Santiago, em maio de 1997.

Clique aqui e veja mais detalhes sobre a Ferro Gaita e seu sucesso desde quando foi criada.

Festival da Bambôa 1997